segunda-feira, 9 de agosto de 2010

DIA DOS PAIS

Abençoados sejam nossos pais

Artigo do arcebispo do Rio de Janeiro

RIO DE JANEIRO, domingo, 8 de agosto de 2010 (ZENIT.org) – Apresentamos a seguir artigo de Dom Orani João Tempesta, O. Cist., arcebispo do Rio de Janeiro, sobre o Dia dos Pais, encaminhado hoje a ZENIT.

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Abençoados sejam nossos pais

Neste segundo domingo de agosto comemoramos o Dia dos Pais, mesmo sabendo que todos os dias devem ser dedicados aos pais e à valorização do ingente papel paterno na família, constituída pelo casamento do homem com a mulher, dentro da convocação da Igreja, para terem filhos e os educarem na fé. Na comunidade família, o pai é chamado a viver o seu dom. Por isso mesmo recordamos que nesse mesmo domingo rezamos pela vocação matrimonial e iniciamos a Semana Nacional da Família.

A paternidade começa no compromisso de vida do marido para com sua esposa, baseando-se no amor desinteressado e generoso. Descobrir a beleza de colaborar no plano da criação e se responsabilizar pelo futuro é por demais belo para que não contemplemos essa bonita missão recebida de Deus!

Os filhos e filhas devem ter a oportunidade de reconhecer no pai a presença do amor, da escuta e do apoio oportuno para o seu crescimento, para se tornarem pessoas que experimentem o amor e vivam com equilíbrio a vida humana e com conhecimento dos seus direitos e responsabilidades. Também receberão o apoio para alcançar a auto-estima, a autêntica autonomia e independência para compartilhar e celebrar os seus sucessos, e dar conforto quando confrontado com o fracasso.

Os pais não serão julgados pelo valor dos bens materiais que eles possam ou devam proporcionar a seus filhos: o que realmente importa é a forma como o Pai orienta seus filhos para Jesus Cristo e qual o papel de modelo de fidelidade de valores ele realmente apresenta no seio de sua família. Neste sentido, o pai é chamado a assegurar o desenvolvimento harmonioso e de união entre todos os membros da sua família e partilha com a esposa a formação dos filhos.

Porém compartilhamos também as angústias de muitos pais, que hoje, frente às frustrações da procura por emprego, ou de desejo de dar o melhor pela sua família, sem poder fazê-lo olham com preocupação a vida de sua família e o futuro de seus filhos. Aqui temos a necessidade de uma sociedade mais justa e solidária que devemos construir com a nossa participação.

Deus é a fonte da vida e do amor em que a família vive no mundo de hoje. O Papa Paulo VI já nos recordava na Encíclica Humanae Vitae que o casamento “não é efeito do acaso ou do produto da evolução de forças naturais inconscientes: é uma instituição sapiente do Criador para realizar na humanidade o seu desígnio de amor” (HV 8).

Daí que na missão de pai este é convidado a frutificar e ter a vida ao máximo, exercendo sua função específica biológica e psicológica no contexto da família. Mais do que nunca hoje notamos a necessidade desse equilíbrio familiar e o papel do Pai na formação humana de seus filhos. Não se pode abdicar dessa obrigação fundamental da célula da sociedade que é a família e a missão que esta tem no presente e futuro da sociedade. Para os cristãos isso se reveste de uma vocação e conta com a graça de Deus para que possa corresponder ao chamado de Deus para bem desempenhá-la.

Em resumo poderíamos dizer que a missão do Pai é uma vocação, em última instância, do próprio matrimônio. Este significa uma união de pessoa com todos os seus valores, e tudo o que deve representar a medida de sua própria dignidade. Todo homem e toda mulher devem doar-se mutuamente em dom sincero de si, através das expressões de sua masculinidade e de feminilidade, o que transpassará certamente para o seu relacionamento com os filhos que virão de sua união.

A família é desafiada com variados problemas urgentes e inúmeros ataques e crises que são, na verdade, provocados pelas tendências de uma sociedade em mudança. Portanto, é importante lembrar que os cônjuges têm uma importante missão na educação dos seus filhos, passando-lhes valores e nobres ideais.

Neste contexto, surge o conceito de Pai como serviço no amor, conforme nos recorda o Papa Paulo VI: “na tarefa de transmitir a vida, os pais não são livres para procederem à vontade, como se pudessem determinar de forma totalmente autônoma as vias honestas a seguir, mas devem conformar a sua atividade de acordo com a intenção criadora de Deus, expressa na própria natureza do matrimônio e de seus atos”.

A criança não pode exercer certas fases de sua maturidade psicológica sem a ajuda paterna, que a ajuda a ousar e a enfrentar as adversidades da vida. O pai educa principalmente pela sua conduta pessoal, que consigo também carrega os variados aspectos da sua própria identidade. Os filhos e também filhas olham para a figura paterna muito mais do que apenas uma extensão de seus conhecimentos limitados. Olham para seus gestos, suas expressões e para o seu testemunho. Procuram neste um valor e um sentido de suas vidas, que encontrarão, certamente, na realidade das coisas, na vida que se apresentará diante deles, um dia.

Em suma, a paternidade é um “link” para as consciências dos filhos, que os orienta na condução moral e nos princípios éticos de suas existências.

Rogamos hoje a São José, como modelo de pai, que abraçou por inteiro as suas responsabilidades e que ressalta sempre em nós a sua firmeza e sua perseverança, confiando sempre em Deus. Imagens de São José com frequência o retratam segurando uma régua de carpinteiro, mas que podem muito bem simbolizar não só o seu ofício, mas também a sua capacidade de governar e medir as suas posições como homem de família e como pessoa de fé.

São Bento, grande mestre da espiritualidade, diz que o abade de um mosteiro tem que mostrar a atitude dura de um mestre e a ternura de um pai. O mesmo deveria se aplicar aos pais de família. Devem ser tanto carinhosos com seus filhos, enquanto agem com firmeza em sua educação.

Auguro que os pais de nossa Arquidiocese e do Brasil possam transmitir as verdades da nossa fé católica aos seus filhos e dar um bonito testemunho de discipulado e missionariedade, para que a sua família, rezando e celebrando unidos a sua fé, seja a autêntica Igreja doméstica, parcela da Igreja de Cristo.

Que Deus abençoe todos os pais!

domingo, 8 de agosto de 2010

PENSAMENTOS DE DOM BOSCO

DOM BOSCO E OS JOVENS

"No que diz respeito do bem da juventude em perigo, eu corro para a frente até à temeriade".

"Basta que sejais jovens para que eu vos ame. Aqui convosco, estou bem; a minha vida é mesmo estar convosco".

"Tudo quanto eu sou, é para vós. Não quero outra coisa que procurar o vosso bem moral, intelectual e físico. Por vós estudo, por vós trabalho, por vós vivo e por vós estou até disposto a dar a vida".

"Quero dar-te a fórmula da santidade. Primeiro: alegria. Segundo: deveres de estudo e de oração. Terceiro: fazer o bem aos outros".

"Está demonstrado que as melhores ajudas dos jovens são o sacramento da confissão e da comunhão".

"Confiai tudo a Jesus eucarístico e a Maria Auxiliadora e vereis o que são milagres".

"Não basta que os jovens sejam amados; devem saber que são amados. Quem sabe que é amado e quem é amado obtem tudo, especialmente dos jovens".

"Queremos formar bons cristãos e honestos cidadãos".

"Somente o cristão pode aplicar com sucesso o sistema preventivo. Ele funda-se na razão, na religião e no carinho".

"Não vos recomendo penitências e disciplinas, mas trabalho, trabalho, trabalho".

Procura fazer-te amar, mais do que fazer-te temer.

Dom Bosco e Nossa Senhora

"São estes os motivos que temos para sermos devotos de Nossa Senhora: Maria é a mais santa entre as criaturas, Maria é a Mãe de Deus, Maria é a nossa mãe".

"Quem confia em Maria nunca ficará desiludido".

"Maria quer a realidade e não a aparência".

"Maria é a nossa guia, a nossa mestra, a nossa mãe. "."

Maria Auxiliadora obteve e obterá sempre graças particulares, até extraordinárias e miraculosas, para aqueles que ajudam a dar educação cristã à juventude em perigo, com as obras, com o conselho, com o bom exemplo ou simplesmente com a oração".

"Maria santíssima sempre foi uma mãe para nós".

"Uma ajude forte para vós, uma arma potente contra as armadilhas do demónio, está, caros jovens, na devoção a Maria Santíssima".

"Maria garante-nos que se formos seus devotos, nos recolherá como seus filhos, nos cobrirá com o seu manto, nos encherá de bênçãos neste mundo para nos obter depois o Paraíso".

"Maria é mãe de Deus e nossa mãe; mãe poderosa e piedosa que deseja ardentemente encher-nos dos favores do céu".

"Estamos neste mundo como num mar tempestuoso, como num exílio, num vale de lágrimas. Maria é a estrela do mar, o conforto do nosso exílio, a luz que nos indica o caminho do céu enxugando as nossas lágrimas".

"Maria Santíssima protege os seus devotos em todas as necessidades mas especialmente na hora da morte".

" As mães da terra nunca abandonam os seus filhos. O mesmo faz Maria que tanto ama os seus filhos ao longo da vida; com que ternura, com que bondade nao irá ela protegê-los nos últimos instantes, quando a necessidade é maior".

"Amai, honrai, servi Maria. Procurai fazê-la conhecer, amar e honrar pelos outros. Nenhum filho que tenha honrado esta mãe morrerá e poderá aspirar a uma grande coroa no céu". "É quase impossível ir ter com Jesus se não se vai por meio de Maria ".

Família: entre internet, celulares e redes sociais

Os riscos e oportunidades das novas tecnologias

Por Antonio Gaspari

ROMA, quinta-feira, 29 de julho de 2010 (ZENIT.org) - Vivemos em uma época de plena revolução telemática. As novas gerações utilizam com facilidade a internet e os celulares. Conectam-se, trocam mensagens, informações, fotos, vídeos.

E os pais estão desorientados; muitos temem pelos riscos relacionados à utilização das novas tecnologias.

Precisamente para debater sobre os limites e oportunidades da internet e dos celulares, o Fiuggi Family Festival organizou no dia 26 de julho o congresso "Science day: internet em família".

O encontro foi realizado em colaboração com o Instituto Italiano de Informática e Telemática do Conselho Nacional de Pesquisa (IIT-CNR).

Introduzido e moderado pelo chefe da sala de imprensa do CNR, Marco Ferrazzoli, o encontro ilustrou aos assistentes as características da revolução tecnológica em curso.

O responsável do grupo de segurança do IIT-CNR, Maurizio Martinelli, repassou a história da internet, percorrendo as etapas de uma tecnologia que em 1974 se chamava ARPANET e contava com cerca de 52 centros de enlace.

Entre siglas como DNS (Domain Name System), TLD (Top Level Domain), ICANN, GAL etc., Martinelli explicou com que velocidade e como se desenvolveu a revolução telemática.

Falou-se também das redes sociais, com suas grandes oportunidades para multiplicar o conhecimento e as relações, mas também dos riscos de sistemas que colocam à disposição de todos imagens e informações não-autorizadas.

Após referir-se às múltiplas oportunidades dos novos telefones celulares, Fabil Martinelli comentou também seus riscos.

Por isso, apresentou iCareMobile, um software elaborado pelo Instituto de Informática e Telemática do CNR para proteger os telefones de última geração de conteúdos inapropriados e aplicações prejudiciais. Tudo para melhorar a segurança dos menores que navegam pela rede.

ICareMobile é um software que permite o controle - total e personalizado - das funções dos modernos telefones celulares, protegendo os jovens e as crianças de ataques externos e de usos indevidos.

Martinelli recordou que os celulares de última geração, os chamados "inteligentes", permitem aos usuários que estejam sempre conectados à internet.

"A facilidade de uso e a difusão massiva de aplicações por chat, redes sociais e file-sharing - precisou - os tornaram muito populares entre os jovens, mas também entre as crianças, favorecendo a difusão de fotos e vídeos não aptos para menores."

Martinelli revelou que as tecnologias de segurança disponíveis para a proteção dos dispositivos desses conteúdos são atualmente insuficientes, é difícil configurá-las e estão pouco preparadas para adaptar a proteção às necessidades específicas dos usuários".

Segundo o especialista em segurança, com iCareMobile "é possível ter um controle quase total do dispositivo, desfrutando com o cuidado necessário dessas características técnicas evolucionárias (GPS, Bluetooth, MMS, conexão à internet) que aparentemente representam a fonte principal de perigo para um smartphone".

"As regras de comportamento que hoje podemos apenas sugerir que nossos filhos sigam se transformarão automaticamente em sistemas de segurança", acrescentou.

"O software poderá, por exemplo, enviar um SMS ao pai se o filho se afasta da escola, ou poderão aplicar-se controles como 'não receber mensagens que contenham material pornográfico ou não-adequado' ou 'não executar videogames em determinados horários'", explicou.

Com relação a outros produtos análogos que se comercializam atualmente, o sistema se diferencia pela alta facilidade de configuração, eficiência e flexibilidade dos controles utilizados pelos pais, assim como pela capacidade de reconhecer imagens de caráter pornográfico diretamente no celular, ao invés de por meio da rede do operador.

Isso se torna mais econômico e garante, por exemplo, a possibilidade de controlar as imagens tomadas diretamente da câmera fotográfica ou recebidas através de canais locais, como o Bluetooth.

Martinelli concluiu afirmando que "iCareMobile é um verdadeiro apoio à proteção das crianças dos perigos da rede e do uso inapropriado do celular, que evidentemente poderá ajudar, mas não substituir a ação de diálogo e controle de pais e educadores"

México: político multado por citar Deus

Condenado a pagar 2 mil dólares.

CULIACÁN, quinta-feira, 29 de julho de 2010 (ZENIT.org-El Observador) – A justiça eleitoral mexicana deu um passo a mais rumo ao objetivo de proibir qualquer referência a Deus na vida pública, ao impor uma multa, nessa quarta-feira, ao candidato vencedor das eleições de 4 de julho no Estado de Sinaloa (nordeste do país).

O delito do governador Mario López Valdez foi ter dito, durante uma concentração massiva prévia às eleições: “vencerei com o apoio da vontade popular e de Deus”.

Valdez foi condenado pelo Tribunal Eleitoral a pagar uma multa de 2 mil dólares. Os magistrados afirmaram em sua sentença que o governador feriu a proibição constitucional de “empregar alusões ou expressões de caráter religioso”.

A ORAÇÃO CRISTÃ

A oração cristã. (P.Antenor)

S. Agostinho nos ensina que a oração é um dialogo com Deus e se baseia na objetividade do mundo, na realidade, na história. A verdadeira oração deve fazer parte da realidade e não se afastar dela.
Uma religião puramente conceitual pode conduzir a uma alienação, tornando a oração um repetir-se de palavras, de conceitos transcendentes sem efeitos espirituais práticos para o orante.
Através de Cristo podemos ver quem é verdadeiramente Deus, quais os relacionamentos do mundo e da história com Ele. O homem descobrirá que há Alguém que o ama como Pai e que há um pacto de amizade, uma Aliança entre o Criador e a criatura. Este pacto conduz a um diálogo constante de admiração e agradecimento.
A escuta e a humildade são fundamentais no diálogo de quem acredita na Aliança Deus-homem. Esta escuta atenta revela-se de modo especial na oração mental muito apreciada pelos santos espanhóis do século V.
Os cultores da oração mental firmam que ela é o fundamento de toda a oração.
Os momentos mais intensos da oração são justamente os de uma mais acentuada interioridade pessoal.
São mais benéficos:
• os momentos de meditação que os dos sentimentos;
• os de silêncio que os de loquacidade;
• os de contemplação que os de racionalização.

«Quando quiseres orar entra em teu quarto, fecha a porta. Depois reza a Deus teu Pai, que vê também o que está escondido» (Mt. 6,6).

O que se afirma aqui não é a condenação da oração comunitária, mas sublinha-se a condição prévia para que se possa fazê-la melhor.
Oração mental é um momento amigável com Deus (S. Teresa).
O esforço de fixar em Deus o olhar e o coração, o que se chama contemplação, torna-se o ato mais alto e mais pleno do Espírito
Olhando para a vida de D. Bosco poderemos compreender um pouco mais o sentido da “contemplação”.

«O Senhor nos deu D. Bosco como pai e mestre.
Nós o estudamos e imitamos, admirando nele esplendida harmonia de natureza e graça. Profundamente homem, rico das virtudes de seu povo, era aberto às realidades terrenas; profundamente homem de Deus, cheio dos dons do E. Santo vivia “como se visse o invisível.
Estes dois aspectos fundiram-se num projeto de vida fortemente unitário: o serviço dos jovens».

S. Francisco de Sales com seu testemunho nos faz compreender melhor a intensidade orante do da mihi animas, respiro da oração de D. Bosco, na expressão de D. Viganò.
No Tratado sobre o Amor de Deus, obra muito apreciada e estudada pelos primeiros salesianos, o santo bispo fala de “êxtase”. O sentido que lhe dá não é uma perda de sentidos ou algo como desconectar-se da realidade, como em certos fenômenos paramísticos. Francisco a quem D. Bosco muito admirou e cultuou não se deixava conduzir por certas evasões emotivas, por vezes alucinatórias ou ilusórias.
Ele entende por “êxtase”, o sair fora de si. Isto faz com que Deus nos conduza até Ele e por seu intermédio nos eleve acima de nós. Esta sua espiritualidade ele a denomina de “salesiana”.

NOVO GRUPO ADMA

Dia 07 de agosto, houve na Capela Nossa Senhora Aparecida na cidade de Jaboatão o primeiro encontro para fomarmos a ADMA daquele bairro. P. Antenor falou sobre a Associação e a Família Salesiana. Entregou material gráfico e orientou o grupo na realização de alguma tarefas.

Evangelho do domingo:08 de agosto

CONVITE A PERMANECER ALERTA

A longa espera do Senhor poderia ter como efeito, no coração do discípulo, a lassidão. E, com ela, o risco de agir em total desconformidade com o projeto do Reino. Daí a importância da exortação de Jesus.
A maneira conveniente de esperar o Senhor consiste em desapegar-se dos bens deste mundo, buscando apenas o tesouro inesgotável no céu, que está a salvo da ação dos ladrões e das traças. A maneira prática de desfazer-se das coisas desnecessárias, às quais o coração se apega, resume-se em vendê-las e dá-las aos pobres.
O Evangelho alerta para o risco da posse avarenta de bens. Agindo assim, o discípulo desloca o centro de seus interesses do Reino para os bens materiais. E, com isso, torna-se despreparado para o encontro com o Senhor. Seu coração não estará no Reino, e sim nos bens acumulados. É atitude insensata de quem desconhece a hora em que virá o Senhor.
O discípulo que permanece de prontidão predispõe-se para encontrar o Senhor, qualquer que seja a hora em que ele chegue. Quem age assim, é chamado de "bem-aventurado", pois experimentará a alegria de ser acolhido pelo Senhor que vem. Por conseguinte, nada de se deixar seduzir pelas riquezas, a ponto de se esquecer desse encontro com ele.

Prece
Espírito de prontidão, mantém-me em contínuo alerta, à espera do Senhor que vem, libertando meu coração do apego exagerado aos bens deste mundo.

(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês. Esta editoria é de responsabilidade direta de Paulo Umberto SJ)