quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Os três conselhos do Papa aos sacerdotes


Em primeiro lugar ser fascinado por Cristo
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 8 de novembro de 2011 (ZENIT.org) - A fim de que os sacerdotes possam crescer de acordo com Jesus, segundo o Papa Bento XVI, pelo menos três condições devem ser respeitadas: a primeira é ser fascinado por Ele, por Suas palavras, por Suas ações e por Sua própria pessoa.
O Papa deu três sugestões ou conselhos durante as Vésperas celebrada sexta-feira, novembro 4, na abertura do ano acadêmico das Universidades Pontifícias.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

DE UM ALUNO DE ARACAJU

FRASE PREMIADA NUMA ESCOLA DE ARACAJU.
Essa é, sem dúvida, a melhor do ano. Por isso, foi premiada na Escola Presidente Getúlio Vargas, em Aracaju.
O horário político é o único momento em que os ladrões ficam em cadeia nacional
 

domingo, 6 de novembro de 2011

Comentário rápido sobre o Evangelho de hoje [Fesa de Todos os Santos]

FESTA DE TODOS OS SANTOS

- Os santos são os amigos de Deus. Esta festa nos convida a crescermos na fé.

- Quantos são os santos?
Na Ladainha dos Santos encontramos apenas algumas dezenas. No Calendário dos Santos vemos centenas e no Martirológio que contém a lista oficial dos Santos venerados pela Igreja há alguns milhares deles.

- S. João no Apocalipse vê uma grande multidão ao lado do Cordeiro. Dis ele que eram de todas as nações, trios, povos e lenguas e que ninguém podia contá-los (Apocalipse 7, 2-4.9-14).

- Há santos que passaram a vida se sacrificando para ganharem o Céu. Outros se converteram nos últimos momentos de vida. Outros ainda, como o bom ladrão, São Dimas, aquele que foi crucificado ao lado de Çristo, ganhou o Céu na última hora. O cara era tão bom, tão esperto na roubalheira que roubou o Céu nos últimos minutos de vida. “Hoje mesmo estarás comigo no Paraíso”, disse Cristo, pendente da Cruz.

- Todos os Santos se fizeram santos apenas praticando o 1º e maior dos mandamentos: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”.

- Deus não nos pede coisas impossíveis e sempre nos a dá graça para vencermos, se nós quisermos.

sábado, 5 de novembro de 2011

Crimes de lesa pátria

26/10/2011 - 14:10
Trabalho de Hércules


Na mitologia grega ficou famosa a saga do herói Herácles, ou Hércules, autor dos famosos 12 trabalhos que teve de executar, todos eles de quase impossível concretização. Um deles foi a limpeza das cavalariças do Rei Augias, o qual foi feito com o desvio de curso de dois rios. A situação atual do Brasil é digna de uma décima terceira tarefa dele. De fato, para colocar o país nos trilhos somente um milagre.

Para concretizar nossa análise, reportamo-nos ao excelente seminário realizado no sábado p.p., durante todo o dia, na Academia Brasileira de Defesa. Tivemos como palestrantes o governador de Roraima, Sr. José de Anchieta, o deputado federal Paulo César Quartiero, a professora antropóloga Maria Helena Wesley e o embaixador Marcos Côrtes.

Com exceção do governador, que fez uma competente palestra sobre sua administração, expondo as políticas e estratégias adotadas, realizações e óbices, sem poder, por razões óbvias, aprofundar o relato das pressões existentes, os outros conferencistas demonstraram, com uma franqueza chocante, a perigosa situação vivenciada pelo nosso povo.

O deputado colocou um vídeo mostrando o massacre, inteiramente inconstitucional, feito contra brasileiros por uma verdadeira SS tupiniquim, na ocasião da invasão ilegal da região Raposa/Serra do Sol. Em um dos filmes aparece um deputado federal denunciando ter participado de reunião com um dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), na qual o ministro afirmara ser impossível a demarcação em área contínua da região, devido à "coincidência" entre as terras demarcadas pela Funai e a existência nos mesmos locais de riquezas minerais incomensuráveis. E apesar disto, o Brasil perdeu por dez a um no julgamento. O que ocorreu para mudar o pensamento dos membros da mais alta Corte do país?

Além disto, falece à Funai competência para decidir como partilhar o território brasileiro, a seu bel prazer, sob a evidente orientação de interesses alienígenas. O parlamentar anunciou, contudo, que a guerra não está inteiramente perdida, pois já está em pleno curso a campanha pela revisão imediata do crime perpetrado pela administração petista, com amplo apoio do povo de Roraima, o maior prejudicado.

As terríveis imagens mostradas de nossos compatriotas, residentes há décadas na região, muitos descendentes e casados com indígenas, trabalhadores honestos, os quais viviam decentemente, serem expulsos com uma violência sádica e brutal por esbirros da ditadura socialista nascente, para sobreviverem agora como marginais nas favelas de Boa Vista, chocaram e emocionaram a todos os presentes.

Idosos, com passos trôpegos, procuram sustento trabalhando em tarefas humildes, ao contrário dos atuais detentores do poder político, os quais lotearam a administração pública em feudos, comandados por verdadeiras quadrilhas organizadas, com "casco duro", lutando para não perderem suas sinecuras, em um tsunami de corrupção nunca visto na história do país.

Pune-se o cidadão honesto e trabalhador, submetido a uma escorchante carga tributária, explorado em especial pelas grandes empreiteiras e grupos financeiros, sem receber a contrapartida devida sob a forma de prestação dos serviços coletivos, de responsabilidade dos entes federados em seus três níveis. Premia-se o corrupto e o corruptor, sob a presunção do ingênuo argumento de que todos são inocentes até prova em contrário, quando todas as evidências demonstram os delitos cometidos.

A antropóloga Maria Helena proporcionou uma lição para não ser esquecida, provando que o trabalho científico deve partir da ótica de nossa civilização e não ser alterado em função das características específicas. Ou seja, o índio e outros são antes de tudo brasileiros e devem ser entendidos como tal e não com uma visão zoológica, do período da pedra polida.

O embaixador Côrtes proferiu uma conferência digna de ser inserida definitivamente nos anais do verdadeiro Itamaraty para todos os tempos, demonstrando com sua cultura, inteligência, coragem e patriotismo, qual a função de um diplomata e a missão do Itamaraty, que deve servir ao Estado e não a um governo eventual.

Os participantes do seminário foram obrigados, naturalmente, a fazer uma comparação inevitável entre a dimensão do conferencista, bem como de sua exposição, e os atos dos atuais dirigentes do ministério das Relações Exteriores. Foi de causar pena a realidade brasileira. Tudo de errado que está sendo feito e aquilo que deveria estar sendo concretizado e não é. São sucessivos crimes de lesa pátria.

Foram abordados temas da maior relevância. Impossível mencionar todos neste curto espaço. Mas o principal foi a explicação sobre a tragédia havida no lançamento do VLS em Alcântara em 2003 onde, além da destruição do nosso vetor, pereceu a nata da inteligência brasileira no campo científico da área, atrasando por décadas nosso desenvolvimento e ceifando a vida de brasileiros honrados, competentes e trabalhadores.

O relato sensibilizou a todos, em especial considerando-se a hipótese de ter havido sabotagem por parte de agentes estrangeiros. É preciso que algo seja feito. Os bandidos não podem ganhar sempre.



Marcos Coimbra

Membro do Conselho Diretor do Cebres, titular da Academia Brasileira de Defesa e da Academia Nacional de Economia, é autor do livro Brasil Soberano.

mcoimbra@antares.com.br

www.brasilsoberano.com.br

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

EVANGELHO DO DIA 26 DE SETEMBRO - 2011

Comentário ao Evangelho do dia feito por
Concílio Vaticano II
Constituição sobre a Igreja no mundo contemporâneo, « Gaudium et spes », § 92
«Quem não é contra vós é por vós»
Em virtude da sua missão de iluminar o mundo inteiro com a mensagem de Cristo e de reunir sob um só Espírito todos os homens, de qualquer nação, raça ou cultura, a Igreja constitui um sinal daquela fraternidade que torna possível e fortalece o diálogo sincero.


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A MULHER DE ROXO




A lendária mulher de roxo "direcionado aos baianos com mais de 30 ou 40 anos certamente vão se lembrar da figura"

""Sempre de roxo, com roupas que lembravam o hábito usado pelas freiras, ela costumava perambular e dormir pela Rua Chile e imediações. Teria nascido em 1917 e morrido em 1997, aos 80 anos. Dizem que foi moça instruída, de boa família e que teria enlouquecido por causa de uma grande desilusão amorosa. O final da vida da Mulher de Roxo foi triste, assim como a sua imagem em vida, marcada pelo abandono de todas as coisas.


A história de Florinda Santos, a conhecida Mulher de Roxo, se transformou numa lenda urbana, uma figura mitológica conhecida por todos da localidade. Não importava se o dia era de chuva ou de sol, ela nunca faltava. Era só as portas do comércio da Rua Chile abrirem e dona Florinda já se encaminhava para a entrada da Slopper. Vestida com roupa de veludo violáceo, iniciava o ritual diário. Andava de um lado para o outro, falava sozinha e sempre pedia dinheiro. Tudo com muita educação. Afinal, dizia-se que a Mulher de Roxo, personagem dos tempos diários do centro da cidade, vinha de boa família.

Andava descalça com longas mantas, um torço e um enorme crucifixo. Tudo isso dava a ela um ar meio santo, meio louco, meio andarilho e meio mendigo. Algumas vezes a dama desfilou com uma roupa de noiva, com direito a buquê, véu e grinalda. Com todos esses componentes cênicos, contraditórios e demasiadamente humanos, a mulher de roxo despertou sentimentos em toda a cidade, medo e respeito, pena e carinho.

Qual sua origem? Poucos sabem direito. Uns defendem a tese de que havia perdido a fortuna e enlouquecido; outros apregoavam que teria visto a mãe matar o pai e depois suicidar-se; terceiros garantiam, ainda, que ela perdera a filha de consideração e a casa, na Ladeira da Montanha, numa batalha contra o jogo. Outros ainda contam que ela enlouqueceu porque teria sido abandonada no altar. Em outros depoimentos,. aparece como uma bela mulher, a mais cortejada dentre as freqüentadoras do chá no final da tarde na Confeitaria Chile e como ex-professora em Paripe. Florinda, que nunca contou a ninguém, sua verdadeira história, perambulava com suas vestes roxas, inspiradas nas roupas das suas santas de devoção.
Vestida de freira, circulava livremente pela rua mais badalada de Salvador. A estranha indumentária, que incluía ainda um grande crucifixo, a transformou na Mulher de Roxo, a principal lenda urbana da capital. Foi assim que Florinda, a mendiga que jurava ser rica, passou a ser a personagem lendária, surgida, do nada, em frente à loja Sloper, nos anos 60 do século XX, em Salvador. Quando se enfeitava, com maquiagem forte no rosto e nos lábios, ela usava o espelho retrovisor dos automóveis estacionados. Como sanitário, servia-lhe qualquer território mais calmo. A Rua Chile era sua verdadeira casa, seu mundo, seu reinado. A intimidade com a rua era tão grande que ela sempre andava descalça. Na fachada da loja Sloper, localizava-se o seu trono de sarjeta. Na Rua Chile, chegava sempre muito cedo, circulava pelo centro e só recolhia o seu saco preto ao meio-dia, quando almoçava. Ao final do dia, voltava, andando, ao albergue noturno da prefeitura, situado na Baixa dos Sapateiros.
Muitas reportagens foram publicadas na época sobre a mulher de roxo ou dama de roxo. O jornalista Marecos Navarro gravou uma entrevista exclusiva com ela e é um dos raros documentos em que é possível ouvir a voz de Florinda. Em 1985 o cineasta baiano Robinson Roberto documentou um vídeo em Super 8 em que a mulher de roxo diz morar no albergue há três anos, e revela pertencer à família Rainha Princesa. Foi também personagem retratado na Galeota Gratidão do Povo, painel de 160 metros quadrados pintado por Carlos Bastos, que decora o plenário da Assembléia Legislativa.

Ela era tão cinematográfica que até inspirou um personagem do cineasta Glauber Rocha no filme O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro (1969). A moça de manta roxa do filme era baseada na lenda viva da Rua Chile. Ela também inspirou o documentário A Mulher de Roxo, produzido pelo Pólo de Teledramaturgia da Bahia. O vídeo de 12 minutos, dirigido por Fernando Guerreiro e José Américo Moreira da Silva, mistura documentário e ficção. Haydil Linhares é uma das atrizes que vive Florinda Santos, a Mulher de Roxo.
A personagem lendária da Rua Chile hoje é só lembrança. Se em vida foi famosa ou anônima, rainha ou plebéia, foi uma lenda urbana de Salvador. Enclausurada em si mesma, ninguém conheceu sua verdadeira história, de riqueza ou pobreza, de princesa abandonada no altar ou professora. Talvez ela fosse tudo que sempre queria – uma personagem lendária que sobrevive no imaginário popular. Longa vida para essa dama/santa com sua aura de mistério."
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Eu sempre guardei nas palavras os meus desconcertos.
(manoel de barros).